A cidade de Lages, em Santa Catarina, enfrenta uma grave crise política com o envolvimento do vice-prefeito, Juliano Polese, em um acidente de carro. O ocorrido sucedeu poucas horas após a expedição de um mandado de prisão contra ele, solicitado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A investigação do MPSC apura supostas fraudes em licitações públicas, o que motivou a ordem judicial.
O acidente, que não deixou feridos graves, adicionou uma nova camada de complexidade à já tensa situação na prefeitura de Lages. A notícia do mandado de prisão e do posterior acidente do vice-prefeito gerou apreensão entre os servidores e a população local, levantando questionamentos sobre a governabilidade do município.
Em nota, a defesa de Juliano Polese afirmou que o vice-prefeito não foi formalmente notificado sobre a existência do mandado de prisão no momento em que o acidente ocorreu. Os advogados também ressaltaram a intenção de Polese em cooperar integralmente com as investigações conduzidas pelo Ministério Público, buscando esclarecer os fatos.
A situação coloca a administração municipal em xeque, enquanto as autoridades judiciais e policiais prosseguem com os trâmites legais. A comunidade de Lages aguarda desdobramentos que possam trazer clareza sobre as acusações e o futuro político do vice-prefeito.



